Após 24 horas de protesto, os 120 detentos do Complexo Policial de Eunápolis resolveram encerrar a greve de fome. Desde a noite desta última segunda-feira, 22, que os presos resolveram anunciar a greve de fome e a principal reivindicação era com relação a uma decisão do atual coordenador da Polícia Civil de Eunápolis, delegado Odílson Pereira Silva, que resolveu proibir a entrada de alimentação no presídio, que não fosse a mantida pelo governo do estado. Até então, os detentos podiam receber alimentação diária que era trazida por seus familiares.
Na tarde desta terça-feira, 23, uma equipe médica do SAMU foi chamada ao presídio para fazer atendimentos de emergência e avaliação dos detentos mais debilitados pela falta de alimentação. O coordenador alega que Eunápolis era a única cidade da Bahia a aceitar esta medida para alimentação de detentos, e disse que o benefício fora cortado depois de uma indisciplina dos presos.
Um dos grandes problemas da regalia que foi suspensa no Complexo Policial de Eunápolis, era com relação ao item segurança, pois dificilmente os plantões de custódia têm como fiscalizar prato a prato.
Na manhã desta quinta-feira, 25, era possível notar a calmaria restabelecida na custódia do Complexo Policial de Eunápolis, apesar da superlotação.

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