sábado, 27 de outubro de 2007

Festa em comemoração aos 62 anos de Lula tem convidados restritos

O jantar em comemoração aos 62 anos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na noite de ontem, teve clima romântico e convidados restritos ao chamado "circulo familiar". Ao som de um conjunto musical da Aeronáutica, Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia, dançaram "Besame Mucho", no Palácio da Alvorada.

Lula ganhou um artesanato africano do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que justificou a escolha: "Lula foi o primeiro presidente brasileiro que deu atenção à África".

De seu chefe de gabinete, o presidente ganhou uma cachaça considerada especial do interior de São Paulo, e de safra reduzida. Não faltaram gravatas, charutos, CDs e DVDs.

Fábio e Sandro, filhos do presidente, vieram de São Paulo para participar da festa. No cardápio havia churrasco e salada, entre outros acompanhamentos.

De todos os ministros, 19 compareceram. Segundo assessores da Presidência, os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) tiveram problemas de agenda e não puderam estar presentes.

Surgiram várias rodas de conversas. Em uma mesma mesa, ficaram os presidentes do STF (Supremo Tribunal Federal), Ellen Gracie, da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e do Senado, Tião Viana (PT-AC), além dos senadores peemedebistas Roseana Sarney (MA) e Romero Jucá (RR).

Mais festa
Sorridente, o presidente ampliou as comemorações de aniversários de ontem até hoje. Um grupo, de cerca de cem militantes do PT, ofereceu uma festa para Lula na porta do Alvorada. Em frente a um imenso bolo --em vermelho e branco, nas cores do PT-- e refrigerantes, os militantes cantaram "Parabéns" e Lula retribuiu.

Ao lado de dona Marisa Letícia --que usava chapéu e um conjunto em vermelho e branco--, o presidente posou para fotografias e brincou com as crianças que estavam na festa.

"Não é todo dia que a gente faz 62 anos, então o fato de eu estar completando 62 anos com muita saúde, eu só tenho a agradecer a Deus", disse o presidente, que vestia uma moderna bata vermelha.

Em seguida, o presidente disse que: "Se depender da minha vontade, vocês [referindo-se aos jornalistas] vão me ver completar 72 anos. É uma questão de tempo", brincou ele, com um sorriso de canto de boca.

Os responsáveis pela festa disseram que os gastos com o evento foram mínimos. "Não gastamos nem R$ 50. Foi tudo doação", afirmou José Zunga, ex-dirigente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) do DF.

Nenhum comentário: