segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Adolescente estrangula professora até a morte em Teixeira de Freitas

Já está preso o adolescente Tarcísio Souza Carvalho, 18 anos, que mora na Rua Guarani nº. 176 em Teixeira de Freitas, que na noite da última sexta-feira (23/11), estrangulou até a morte a sua própria namorada Simone de Cerqueira Nunes, 48 anos, no interior da casa da vítima, localizada à Rua Duarte da Costa nº. 36 no centro de Teixeira de Freitas.

A vítima era professora da rede municipal de ensino e irmã do atual comandante do núcleo de planejamento do 13º Batalhão da Polícia Militar de Teixeira de Freitas, capitão Sílvio Nunes.

Tarcísio disse que começou namorar a professora há 2 meses, e na noite do crime teria terminado o relacionamento com a educadora porque não estaria agüentando mais os ciúmes dela. No entanto, ela teria lhe dito -, se ele não ficasse com ela, não ficaria com mais ninguém - porque mandaria lhe matar.

Ainda segundo o criminoso, ele teria ficado enraivado com a resposta da professora e lhe enforcado com as mãos, e enquanto ela se debatia, ele manteve firme no seu objetivo de lhe enforcar até o fim.

Após ter percebido que havia matado a professora, ele se apossou do telefone celular da vítima, vendeu minutos depois o aparelho por R$ 20,00 numa zona de prostituição e depois contou para uma tia que a sua namorada havia se suicidado.

Mas a tia do criminoso não acreditou e preferiu chamar a polícia. No IML os médicos legistas constataram que a professora Simone morreu por asfixia mecânica (esganadura). Tarcísio Souza Carvalho, 18 anos, já havia sido preso em Teixeira de Freitas no dia 11 de agosto de 2007, por envolvimento em furtos de bicicletas na cidade.

Pela morte da professora, Tarcísio terminou preso em flagrante por agentes da Polícia Civil da equipe do delegado coordenador Nélis Araújo, e autuado pelo delegado plantonista José Carlos, em crime de homicídio qualificado, conforme o Artigo 121, Parágrafo 2º, Inciso III do CPB, podendo também ser entendido como latrocínio, porque após cometer o assassinato, a vítima teve objeto móvel alheio subtraído e vendido (o celular) pelo o autor.

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