Pacientes dos hospitais estaduais continuam na dependência de médicos anestesiologistas para realização de cirurgias. A deficiência no quadro está grave, com carência de ao menos cem profissionais, segundo o diretor da rede própria da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), Ricardo Gouveia. Somente no Hospital Roberto Santos (HRS), conforme afirma, a equipe ideal deveria contar com 11 profissionais durante o dia e 8 à noite, mas está com três para todos os turnos. Consequência: adiamentos das cirurgias eletivas.Para solucionar a crise, a Sesab abriu na semana passada vagas para contratação imediata de anestesiologista, sem concurso público. A proposta é por credenciamento de pessoas jurídicas para prestação de serviço, com salários de R$ 4.400 por plantão semanal de 24 horas. A sociedade de anestesiologia da Bahia e (Saeb) e a cooperativa do médicos anestesiologistas (Coopanest) estão em conversação com a Sesab para fechar acordo, já que algumas cláusulas do contrato não satisfaz ambos os lados.

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