A embaixada de Cuba em Madri afirmou hoje, Dia Mundial dos Direitos Humanos, que "na história da revolução cubana não há nenhum caso de tortura, de execução extrajudicial ou de desaparecimento forçado", e que seu Governo "sempre respeitou as garantias do devido processo judicial".
Em comunicado à imprensa enviado pela embaixada, a diplomacia cubana na Espanha proclamou seu "orgulho" pelas conquistas alcançadas na ilha em matéria de direitos humanos.
A embaixada cubana se mostra convencida de que as "mentiras" e as "campanhas" promovidas pelos "inimigos da revolução" para manipular a opinião pública "esbarrarão contra a vontade" de seu "povo".
Na sua opinião, estes "elementos inescrupolosos" são "os mesmos" que "guardam silêncio cúmplice" em Guantánamo e permitiram os vôos secretos e as torturas da CIA.
A embaixada de Cuba afirma que a chegada ao poder de Fidel Castro em 1959 foi que permitiu os cubanos "o desfrute pleno de seus direitos civis e políticos, e liberdades fundamentais".

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